domingo, novembro 18

Ser, crescer, amadurecer...

  Ultimamente ando refletindo bastante sobre o amadurecer. Afinal de contas, o que é realmente amadurecimento? De acordo com os meus meros devaneios...
  O amadurecer se encontra entrelaçado ao tempo e a tudo que ele proporciona. Amadurecer não se refere a uma graaaande mudança apenas, mas pode se tratar de uma pequena ou até mesmo imperceptível mudança, mas ela está ali, em você, dentro do seu ser, te fazendo crescer.
  Esse processo se encontra ligado ao tempo, como eu já afirmei... mas o que seria esse tempo? A concepção comum de tempo é indicada por intervalos ou períodos de duração. Então qualquer unidade de medida temporal se aplicaria aqui certo?! Tipo, segundos, minutos, horas, dias, meses, décadas, milênios... O amadurecimento pode acontecer dentro de um segundo então! Sim, porque não?! Se dentro desse segundo algo te fez mudar, repensar, abrir as ideias, pensar diferente, eu digo que você já não é mais o mesmo de um segundo atrás, portanto você amadureceu! Por isso aquela ideia de que aprendemos com o tempo e de tudo passa com o mesmo. E na verdade nada passou com o tempo... tudo se transformou, pois eu mudei. 
  As vezes a gente fica esperando uma situação problemática, para nos ensinar a viver, para superarmos e aprendermos... e finalmente nos tornar maduros! A verdade é que esses momentos só servem para colocarmos tudo aquilo que aprendemos com os nossos momentos de amadurecimento em prática. E se você errar, quebrar a cara e não saber colocar em prática... calma! Não significa que você é um imaturo e blá... significa que você é maduro o suficiente para admitir que errou, e isso lhe proporciona outro momento de amadurecimento, de aprendizado e novas experiências. 
  A questão é... você tem que se permitir amadurecer também, de nada adianta se manter inflexível diante da vida. Você tem estar disposto a mudar, estar de mente aberta para novas opiniões, questões, e tudo. Isso te enriquece, te amadurece! 
"Quer dizer, eu sei quem eu era quando acordei hoje de manhã, mas já mudei uma porção de vezes desde que isso aconteceu. (…) " Alice no país das maravilhas - Lewis Carroll  
  Isso tudo me faz lembrar de Heráclito e uma suas filosofias. Segundo ele, nada permanece imóvel e nada permanece em estado de fixidez e estabilidade, mas tudo se move, tudo muda, tudo se transforma, sem cessar e sem exceção ("tudo flui"). Ele chega a afirmar que um homem nunca se lavará no mesmo rio duas vezes, primeiro porque este homem já não é o mesmo, pois mudou e segundo porque as águas do rio já não serão as mesmas, pois elas também se transformaram. Será que a mudança desse homem não foi provocada pelo amadurecimento?! 
  Viajei na maionese? Essa questão tava dançando em meus neurônios, e é sempre bom compartilhar essas ideias... ficaria feliz de saber a opinião de vocês!
Bjs!

domingo, novembro 11

Desabafo

Me encontro cansada, cansada de estar cansada das mesmas coisas... Parece que nada muda, se não piorar talvez melhore mas volta tudo a ser como era, do mesmo jeito de sempre, da mesma forma que antes e tudo volta a me deixar cansada. Cansada de estar cansada, das mesmas pessoas... Pessoas não são iguais, mas as vezes agem de forma igual. Imitam uma a outra, copiam aquilo que não podem inventar, ou inventam aquilo que não podem ser. Ser. O que os seres humanos são afinal? Ora de um jeito, ora de outro. Um dia frio, no outro quente, morno, e volta ao normal... me deixando cansada, cansada de estar cansada das mesmas circunstâncias... Tão rotineiras, das rotinas tão copiosas e tão iguais. Estou cansada, apenas cansada, talvez exausta de esmiuçar o meu cansaço.
Ruama.

quinta-feira, novembro 1

Filme: Melancolia

                                    Ficha técnica
Diretor: Lars von Trier
Elenco: Kirsten Dunst, Charlotte Gainsbourg, Kiefer Sutherland, Charlotte Rampling, John Hurt, Alexander Skarsgård, Brady Corbet, Stellan Skarsgård
Produção: Meta Louise Foldager, Louise Vesth
Roteiro: Lars von Trier
Fotografia: Manuel Alberto Claro
Duração: 136 min.
Ano: 2011
País: Alemanha/ Dinamarca/ França/ Suécia
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: Califórnia Filmes
Estúdio: Zentropa Entertainments / Memfis Film / Zentropa International Sweden / Slot Machine / Liberator Productions / Zentropa International Köln / Film i Väst / Danmarks Radio (DR) / arte France Cinéma / Sveriges Television (SVT) / Canal+ / Centre National du Cinéma et de L'image Animée (CNC) / CinéCinéma / Edition Video / Nordisk Film Distribution / Danish Filminstitute / Eurimages / Nordisk Film- & TV-Fond / Swedish Film Institute / Filmstiftung Nordrhein-Westfalen
Classificação: 14 anos
Sinopse: Um planeta chamado Melancolia está prestes a colidir com a Terra, o que resultaria em sua destruição por completo. Neste contexto Justine (Kirsten Dunst) está prestes a se casar com Michael (Alexander Skarsgard). Ela recebe a ajuda de sua irmã, Claire (Charlotte Gainsbourg), que juntamente com seu marido John (Kiefer Sutherland) realiza uma festa suntuosa para a comemoração.

   Oieee! Demorei mais tô aqui pra falar de melancolia! Calma gente, não é melancolia de tristeza não, mas sobre o filme melancolia :)

  Ouso a dizer meus caros, que este é um dos melhores filmes que já vi! 

  Assim que esse filme lançou, eu fiquei louca para assistir. Primeiro porque o filme conta com a Krinten Dunst, que é uma de minhas atrizes favoritas e segundo porque a sinopse me deixou super curiosa. Tá, lá vai eu tentar assistir o filme e tals... Tentar não é assistir. Tentei ver esse filme aproximadamente 134.567.879.654 vezes (não foi bem isso, haha, é que já perdi as contas!) e nenhuma dessas vezes deram certo. Ou o filme travava, ou baixava na metade, ou vinha sem legenda... Mas finalmente, eu consegui assisti o/ (Só eu ouço coros de aleluias?! Haha). 
  O início do filme foi que chamou mais minha atenção. Imagens em câmera lenta, acompanhadas de uma trilha sonora super tensa. As imagens do começo nos oferece uma ideia do que estaria por vir e do que aconteceu depois... Ameeei todo o início!
   Outra coisa que me chamou atenção foi a técnica utilizada para filmar esse filme, com a câmera balançando (tipo vídeo caseiro, com a câmera nas mãos de uma pessoa tremendo), além do balançar proposital da câmara, ela dá uns focos que exploram detalhes importantes. Todo esse trabalho e técnicas com a câmera evidenciam cada vez mais o clima de suspense do filme. Fora a trilha sonora, que não é nada diversa. Aliás, o filme se compõe basicamente com uma única música, que aparece em determinados momentos, e sempre aumenta a tensão do filme. 
   Os personagens são muito complexos e extremamente indecifráveis. Cada um apresenta uma personalidade diferente e cheia de peculiaridades. Mas acho que toda essa construção dos personagens, só enriquece o filme e sobretudo o suspense que o mesmo apresenta.
  E que final! As vezes ele pode parecer meio óbvio e blá, mas eu fui surpreendida. Não esperava que esse filme apresentasse um final tão bem concluído, pensei que este fosse mas um daqueles filmes com um final não final e que te deixa mergulhada em uma piscina de pontos de interrogação. Não é o caso desse filme, ele tem um final bem final. 
  A ideia do filme em si é um pouco complexa. Se você não se permitir analisar bem o conteúdo, você fica sem entender. Pra falar a verdade, nem sei se eu entendi (hahaha), é impossível não ficar com perguntas sem respostas com muitos fatos do filme. Mas percebi que esse filme não foi muito apreciado... Muitas pessoas não entenderam a ideia do filme e ficaram criticando mal o mesmo. 
  Na minha opinião Lars von Trier tenta pensar de modo um tanto extravagante, a morte. Tenta pensar ela como um acontecimento do qual ninguém pode fugir. E os diferentes pensamentos, e comportamentos sobre a morte, se refletem nas diversas ações dos personagens diante de uma morte evidente. Mas tipo, essa é só a minha opinião... 
  Toda a técnica, fotografia, filmagem, estrutura dos personagens, sonografia, trabalho dos atores e enredo me conquistaram. E tudo isso me levou a amaaar esse filme! Aaaah, só uma curiosidade, o filme recebeu várias indicações e conquistou o prêmio de Melhor Atriz (Kirsten Dunst s2).
  Enfim... o filme apresenta ótimos atores e uma boa construção. Indico pra todos :) 
  Beijos! 

sábado, outubro 20

Repensando as redes sociais...

  Cada dia que passa nos encontramos mais rodeados por tecnologias, tecnologias essas que nos aproxima e ao mesmo tempo nos mantem afastados, nos oferece vantagens e certas desvantagens... e com elas quem surge?! As tão requisitadas redes sociais... E quem não possui uma rede social hoje em dia?! Aliás, quem não se vicia com as mesmas? Ah sacomé né... uma mexidinha no facebook aqui, uma twitada ali e até uma postagem aqui! O problema não é ter uma rede social, é saber como usada e não se viciar a ela. 
  Eu tinha facebook há um certo tempo atrás... isso mesmo eu tinha! E devo confessar, era uma viciada, do tipo que marcava de sair dentro de 5 minutos, mas na verdade saía dentro de 5 horas... E o que eu fazia lá? Ótima pergunta, nem eu sei o que me prendia lá... não era nada de importante, nada demais, mas eu não saía de lá... verificava toda hora, ligava o computador e já ia para o facebook, aí você já viu né?! Aí eu me diagnostiquei como uma facebokeira de primeira. Tava na hora de parar né?! Aí eu decidi me afastar de vez... Não sei quando voltarei e também não faço a mínima questão. Não vou dizer que não sinto falta e essa rede social é um lixo e blá... Pra falar a verdade essa rede social é muito importante, e sim eu sinto falta as vezes. Mas só de lembrar da hipocrisia virtual eminente me dá embrulhos... ARG! E sinceramente, me julgo imatura para tal rede social.
   Acho que toda rede social exige uma certa maturidade do indivíduo e as vezes eu não acho que a possuo. É aquela coisa de levar a sério a parte social, onde você compartilha tudo de tudo com todos. Não é necessário compartilhar tudo e mostrar tudo da sua vida... muito pelo contrário, é preciso ter moderação, ter discernimento para saber o que postar e o efeito do se que se está postando. Chega uma hora, que as pessoas passam a saber mais da sua vida que você mesmo! 
   E não minta! Só porque a coisa toda é virtual, não finja ser o que não é. Não poste coisas que não são reais, não finja ser uma pessoa perfeita porque uma hora meu bem, o virtual se torna real, e o que resta é apenas uma capa de falsidade digna de repugnância. Hipocrisia virtual não rola pessoal! 
   E aê vamos repensar as redes sociais?!
  Um beijo :)
PS: Dedico esse texto a Cláudia (s2), uma grande amiga/professora que estuda as redes sociais. 
Um beijo pessoas :)

domingo, outubro 14

Feliz dia das crianças!

  Muitas vezes com o passar do tempo a gente vai crescendo e se tornando cada vez mais adulto e cheios de nhê, nhê, nhê. Vamos deixando de lado aquelas 'coisas de criança' e com isso vamos perdendo o que a criança tem de mais admirável, a inocência e a pureza de ser criança. Sem vergonha de ser feliz, ou de dar birra na frente das visitas... Com isso quero dizer, que os adultos se encontram cada vez mais contidos na arte de ser feliz e de serem transparentes no seu modo de ser.
  Criança não tem disso! Ela é capaz de criar seu próprio mundo e viver nele, não que nosso mundo seja tedioso para elas, é que na brincadeira do mundo delas 'o faz de conta' vira realidade... ela tem toda autonomia de perguntar sobre as coisas porque sua curiosidade é infinita, tão infinita que é capaz de cutucar os charmosos buraquinhos da tomada, AI! Para a criança os problemas não passam do seu ralado no joelho e sua insegurança logo acaba quando ela consegue pedalar a bicicleta que já não possui rodinhas, sem cair... as lágrimas logo acabam quando alguém lhe afaga e ela se esquece de tudo quando vê um mero passarinho... 

  O ruim de ser criança é que não somos crianças a vida toda. Mas sempre existe aquela criança que vive dentro de nós, não ignoremos ela... pois ela nos garante boas gargalhadas e aproveitamentos da vida!
  Aliás, tenhamos a ousadia de conservar a inocência e a pureza de uma criança, sejamos como elas, porque delas é o reino dos céus!



“Deixai vir a mim as crianças, e não as impeçais, porque de tais é o reino de Deus.
Em verdade vos digo que, qualquer que não receber o reino de Deus como criança, de modo algum entrará nele”.  
Lucas 18: 16-17

PS: Estou um pouco atrasada com o post (que era pra ser postado no dia das crianças), hihi. É que não tive tempo de postar no dia... 
Bjs, pessoas :)

segunda-feira, outubro 8

Sobre os que escrevem: Nicholas Sparks

  Oi, oi, oi povo lindo! Gostaria de agradecer profundamente a vocês que continuam visitando e comentando no blog, apesar de minha ausência eminente. Muito obrigada pessoal! Já expliquei o motivo de minha ausência, e estou tentando aparecer aqui sempre que possível. Além disso, tenho respondido e retribuído os comentários aos poucos. Mas sempre que puder estarei retribuindo e respondendo :)
  Hoje estou aqui para anunciar uma nova coluna do blog, inventada por mim! 

'Sobre os que escrevem' é uma coluna onde eu estarei expressando minha opinião sobre 'aqueles que escrevem', que são os nossos queridos autores s2. Cabe ressaltar que não ficarei esmiuçando muito a vida do autor, só darei minha humilde opinião, com base em minhas experiências com o autor escolhido. Sinta-se a vontade para expressar sua opinião junto comigo nos comentários, pois adoraria saber o que vocês acham! ;) E gostaria de esclarecer que a escolha para o primeiro autor foi totalmente aleatória pessoal!
   E vamos estrear a coluna com Nicholas Sparks! 

   Se existe um autor que eu acho que acorda todos os dias com o objetivo de fazer os leitores se emocionarem, esse autor na minha opinião seria Nicholas Sparks. Os livros de Nicholas são super recheados de estórias superemocionantes, permeadas por conflitos intensos que no desenrolar da estória acaba nos envolvendo.
  Eu particularmente tenho uma relação bem estranha com esse autor, sei lá... Há coisas que eu goste e que eu odeie entendem?! Não? Vou explicar!
  Amo o princípio descritivo desse autor, aliás amo autores descritivos! E gosto bastante da forma como ele descreve a estória, de maneira bem sutil, nada de complexidades ao extremo, envolvente e nada enjoativa. Gosto da construção de seus personagens, bem desenvolvidos e dotados de uma subjetividade inquestionável. Ele nos faz refletir bastante a cerca da vida e das questões que a mesma nos propõe. (Abaixo alguns de seus livros mais conhecidos).
  O enredo é bem definido, com um início um meio e um fim. ENTRETANTO! O enredo é um completo show de melosidades, OMG! Drama ao extremo, situações tristes, melancólicas e tragédia. Quem nunca chorou com um livro desse autor que atire a primeira pedra! Mas isso cansa sabe?! Toda vez que pego um livro de Nicholas, me pergunto; qual será o próximo drama da vez? Essa coisa me cansa sabe?! Quase sempre as tão mesmas situações tristes e trágicas! Acho que ele deveria mudar um pouco o estilo de seus enredos. Ao invés de alguém morrer, pegar uma doença terminal, o casal se separar por consequências da vida ou algo do tipo, acho ele deveria escrever sobre coisas mais alegres e fofas, sei lá sobre baleias e suas bravas aventuras ao mar ou sobre esquilos cor de rosa (sentiu a propaganda do blog aí?! Hahaha). Tô brincando pessoal, esse estimado autor com certeza escreveria sobre coisas mais estimadas a reflexão, não que baleias e esquilos não nos façam refletir. Enfim... O que quero dizer é que dá preguiça de ler quase sempre as mesmas estórias trágicas da vida em seus livros. Gostaria muito de ver outros enredos em suas estórias. E com certeza acho que seus livros deveriam vim com uma caixa de lenços grátis, porque né?! 
Quote/foto de Querido John:
  Várias adaptações cinematográficas foram feitas para seus livros. Adaptações essas que nem sempre seguem a risca os detalhes do livro. Nunca me cansarei (aliás já me cansei) de reclamar sobre o cabelo de Savannah no filme Querido John. ELA ERA MORENA E NÃO LOIRA! Uma das primeiras características do livro sobre a personagem era ela ser morena. Não existe tinta de cabelo não produção?! #momentorevoltatotal! Mas nunca seguro as lágrimas quando assisto Um amor para recordar ;')

  E você, já leu Nicholas Sparks? Gostou ou não?! Mas aposto que chorou né (ou não. Hahaha)!
Enfim... É só isso pessoal. Bjs!

sábado, setembro 29

#Moda nas telinhas

  Oi pessoas! 
  Quanto tempo hein (nem tanto assim... haha)! Mas quanto tempo não falo de moda hein?! Me empolguei com outros assuntos e meio que deixei a moda um pouco de lado... Mas cá estou eu com meu espírito fashion, haha o/ 
  Essa semana tive a oportunidade de assistir o filme 'O sorriso de Monalisa' (mais informações aqui), um filme que apresenta um grande contexto histórico-social marcado pelo pensamento revolucionário e que perduraria muitos anos sobre a figura feminina. O filme se passa de 1953/54, período em que a mulher era realmente educada para ser a boa esposa, mãe e sobretudo boa dona de casa. 
  Além de todos esses contextos e reflexões que o filme nos traz, o que me chamou muito a atenção foram os figurinos, os cabelos, a maquiagem e a caracterização toda da época que foi utilizada no filme. Deu vontade até de viver nessa época só pra poder usar o vestido azul que Betty Warren usa no baile. Falando na personagem... quem interpreta ela é ninguém menos que uma das minhas atrizes favoritas, Kirsten Dunst conhecida como a eterna Mary Jane, arrrgh/ foto abaixo), que estava esplêndida neste filme, apesar de fazer uma personagem um tanto antipática. Vale ressaltar que o filme conta com um ótimo elenco, inclusive com Julia Roberts. 
ERA PRA FALAR DE MODA! Aí a pessoa se empolga especular o aspecto estrutural do filme... (Abaixo o vestido azul de Betty Warren).
  O filme apresenta as roupas da época que trazem aquela coisa bem clássica, estampas bem singelas, cores bem sutis, cortes que apresentam uma grande delicadeza, modelos bem repetidos mas bem contrastantes entre si, e muito bem comportados. Podemos notar um decote aqui outro acolá mas eles marcam, na minha opinião um período de libertação feminina que viria a acontecer de forma bem sutil e um pouco mais tarde ainda. O que predomina de vez nos figurinos são as saias, cardigãs e vestidos, nada de calças, e sua utilização é muito rara. 
  É engraçado pensarmos em como as roupas femininas foram dotadas de esteriótipos nessa época, afinal de contas uma boa moça não deve fazer grandes exposições de seu corpinho com decotes e comprimentos curtinhos. Talvez pensemos assim até hoje, porém com uma maior autonomia e liberdade. E chique mesmo era usar vestidos e saias, hoje, as boas e velhas calças dominaram o guarda-roupa feminino. E adivinha quem voltou para dar o ar da graça em nossos looks?! Os cardigãs! Que sempre proporcionaram uma boa composição para os modelitos. 
  Quanto aos cabelos... o que predomina são os cabelos curtos, lisos e com leves ondinhas nas pontas, muito gracinha *-* E o que é bastante utilizado nas maquiagens são as bocas vermelhas, que são preenchidas com o batom vermelho ou com uma cor chamativa, e as bochechas sempre se encontram sempre bem rosadinhas.
  É isso gente, espero que tenham gostado da minha análise fashion sobre o filme :) 
  E  deixo a indicação do filme pra vocês, que é muito bom!
Bjs, pessoas!