Sinopse:
Em A Culpa é das Estrelas, Hazel é uma paciente terminal de 16 anos que tem câncer desde os 13. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas. (fonte)"[...] e nunca Shakespeare esteve tão equivocado como quando fez Cássio declarar: “A culpa, meu caro Bruto, não é das nossas estrelas/ Mas de nós mesmos.”
Hey peoples!
A culpa é das estrelas foi um daqueles típicos livros que POW... Explodiu na blogosfera, todo mundo já tinha lido, tava lendo, ia ler ou tava louco pra ler (era eu). E todos que haviam lido só falavam maravilhas lindas sobre o livro. Então mediante a todos esses comentários e recomendações, me submeti a essa leitura cheia, extremamente cheia e me derramando de expectativas. Só uma dica, não é legal criar expectativas excessivas ok?! Vai por mim... Cheguei a ler uma frase de que este seria o livro mais comovente do ano, aaaah corta essa... não é tãããão comovente assim (eu pelo menos não achei).
Não que eu tenha me decepcionado com o livro, mas eu esperava mais. Aliás, eu esperava muito, muito mais :/ Mas o livro é lindo, tocante, fofinho, engraçadinho e tristinho (arg, chega de tanto 'inho'!). Resumindo eu gostei do livro, porém... apenas esperei demais dele e acabei me decepcionando um pouco, só isso.
Depois desse livro, Augustus Waters passou a ser um dos personagens mais queridinhos do meu coração! Ele é simplesmente encantador. Me arrisco a dizer que se não fosse por ele não haveria estória (ele é um importante personagem e sem ele, lógico que não haveria estória, dãããããr!). Mas não é bem isso que quero dizer, apenas acho que a estória perderia toda a graça e sutileza sem ele. E adorei a metáfora do cigarro dele!
Não que eu tenha me decepcionado com o livro, mas eu esperava mais. Aliás, eu esperava muito, muito mais :/ Mas o livro é lindo, tocante, fofinho, engraçadinho e tristinho (arg, chega de tanto 'inho'!). Resumindo eu gostei do livro, porém... apenas esperei demais dele e acabei me decepcionando um pouco, só isso.
Depois desse livro, Augustus Waters passou a ser um dos personagens mais queridinhos do meu coração! Ele é simplesmente encantador. Me arrisco a dizer que se não fosse por ele não haveria estória (ele é um importante personagem e sem ele, lógico que não haveria estória, dãããããr!). Mas não é bem isso que quero dizer, apenas acho que a estória perderia toda a graça e sutileza sem ele. E adorei a metáfora do cigarro dele!
"Eles não matam se você não acender – disse ele quando mamãe parou junto ao meio-fio. – E eu nunca acendi nenhum. É uma metáfora. Tipo: você coloca a coisa que mata entre os dentes, mas não dá a ela o poder de completar o serviço."
Hazel Grace é legalzinha. As vezes ela tenta bancar a inteligente e isso me irrita (acho que eu tenho essa mania dela também, haha), e as vezes ela me parece um pouco sem sal, mas enfim... Ela tem uma sorte muito grande de conhecer Augustus! Gostei da narração feita por ela no livro, achei bem legal e dinâmica, sem falar que a leitura flui de maneira bem agradável.
Opaaa, não poderia deixar de citar o Issac, amigo de Augustus. (Nunca vou esquecer do discurso que ele fez para Augustus!) Ele tem um jeitinho muito carismático e fofo. Acho que ele é um ótimo amigo, daqueles pra rir junto ou se for o caso, sentar do lado e chorar. Amei conhecer o Isaac!
Esse livro me fez sorrir, chorar, sorrir novamente e chorir (chorar e sorrir ao mesmo tempo, kk, inventei essa palavra agora, yaaay). O livro é bem tocante, achei que fosse mais emocionante, mas o autor trata a emoção de maneira superficial em certos momentos (não fazendo grandes aprofundamentos emocionais dramaticamente excessivos). Tinha certos momentos que eu jurava que ia dar drama, choro e lencinhos, e aí, nada demais acontecia... Isso é legal pois evita que o livro fique melodramático demaaaais!
Enfim, acho que esse livro nos ajuda a repensar algumas coisas da vida, nos propõe questões lindas e por traz delas magníficas explicações, que são explanadas pelos próprios personagens (ameeei as filosofias de vidas deles!).
Eeeee me inconformei com o final! Cuidado, quase-spoiller abaixo:
Estava com muita expectativa que o Augustus ia elaborar o fim de Uma aflição imperial (livro favorito da Hazel), mas não :/
Li a palavra fim e não quis acreditar que era o fim, então liguei pra minha amiga que já tinha lido o livro, pra acreditar que o livro realmente tinha acabado! :/
Apesar de tudo, um ótimo livro!
Beeeijos pessoas :)













