terça-feira, agosto 21

Alguém se importa...

  Heeey galera! Acho que no meu último post eu apresentei umas ideias meio equivocadas, a verdade é que eu estava no meu momento revolta! haha. Nesses momentos todo mundo é falso e inconfiável para mim. Não vou me desculpar com vocês, pois esse foi meu momento portanto só espero que compreendam. Obrigada!
  Alguém sempre se importa viu?! Nem todas as pessoas que vem te oferecer ajuda são porque estão com dó e pena de você... Alguém realmente quer saber como você está, alguém realmente quer te ajudar e se você não se permitir ser ajudado de nada vai te ajudar... Enfim... Não se tranque, não permita que as feridas fiquem lacradas em seu coração ou que o choro fique entalado na garganta, não ria sozinho, se permita dividir esses momentos com aquele alguém que realmente se interessa e se preocupa com você... 


                            "A amizade duplica as alegrias e divide as tristezas."
                                                            Francis Bacon.

Beeeeeeeeijos pessoas!

domingo, agosto 19

E ninguém se importa...

  A arte de se manter indiferente... Há! Essa o mundo domina. Ninguém se importa com seus sentimentos, sofrimentos, ou problemas. Cada pessoa carrega dentro de si um egoísmo tão profundo que se preocupar com o próximo, talvez seja uma atitude simplesmente fatal. E que atire a primeira pedra quem nunca teve uma atitude um tanto egoísta! Não estou te chamando de egoísta, ok? Mas o mundo é egoísta, meu bem!
  Cada um corre atrás de seus ideais, se preocupa com seus trabalhos, estudos, ganhar dinheiro, viajar, ser feliz... ou fingir ser feliz. Ainda estou aprendendo que muitas vezes um sorriso não significa nada além de uma mentira e um choro talvez não passe de uma encenação. YES! As pessoas fazem de suas vidas, peça teatral. Mas não são todas as pessoas que agem assim, estou generalizando geral, ok?
  Mas por que não fazer da sua vida uma peça teatral, novela, filme, ou qualquer atuação que seja? Por que não? As pessoas não precisam ficar sabendo do que se passa no seu coração, na sua casa, no seu trabalho, na sua igreja, ou em qualquer lugar do planeta que seja! Afinal de contas, elas não se importam (aaaai! Saber disso doí). As pessoas não se importam. Fingir que se importa só faz parte de um código de condutas, onde você tem que bancar o educado e se importar (opaa, fingir que se importa!). Não se importar é frio demais pra nossa sociedade, ou pelo menos esse é o julgamento.
  Então... já que ninguém se importa, ninguém precisa saber de suas fraquezas ok? Ninguém. Sabendo de suas fraquezas eu sei como te derrubar! Muh hahahaha' (risada maléfica pra ti) kk. Seja uma fortaleza, esconda suas feridas e sorria. 




Beeeeeeeeeeijos pessoas! 
PS: Deus se importa.

quarta-feira, agosto 15

RESENHA: Cruzando o caminho do sol

Sinopse:  Sita e Ahalya são duas adolescentes de classe média alta que vivem tranquilamente junto de seus familiares, na Índia. Suas vidas tranquilas mudam completamente quando um tsunami destrói a costa leste de seu país, levando com suas ondas a vida dos pais e da avó das meninas. Sozinhas, elas tentam encontrar um modo de recomeçar a vida. Mas elas não devem confiar em qualquer um...
Enquanto isso, do outro lado do mundo, em Washington, D. C., o advogado Thomas Clarke enfrenta uma crise em sua vida pessoal e profissional e decide mudar radicalmente: viaja à Índia para trabalhar em uma ONG que denuncia o tráfico de pessoas e tenta reatar com sua esposa, que o abandonou.
Suas vidas se cruzarão em um cenário exótico, envolto por uma terrível rede internacional de criminosos.
Abrangendo três continentes e duas culturas, Cruzando o Caminho do Sol nos leva a uma inesquecível jornada pelo submundo da escravidão moderna e para dentro dos cantos mais escuros e fortes do coração humano. (fonte)


  Durante as férias eu comecei a ler o livro Cruzando o caminho do sol e terminei ele semana passada. E cá estou para falar um pouco dele.
  Então... É um bom livro, que traz consigo uma realidade que infelizmente permeia nosso mundo. A narração apresenta alternações de pessoas diferentes, em lugares diferentes, e quando nos damos conta a estória mistura os personagens e os envolve em uma mesma situação, isso faz com que os capítulos sejam subalternos. Muitos autores não conseguem desenvolver de forma clara uma narração dessas, esse autor conseguiu. Por outro lado, eu senti falta de uma narração mais detalhista, que garante uma exposição maior da situação e dos sentimentos dos personagens, o autor retrata tudo de forma muito sutil, sem fazer uma explanação mais abrangente.
  Achei muito bonito a maneira como as duas irmãs lidam com toda a situação. Elas tiram forças para suportar toda a humilhação a qual elas são expostas, do amor um pela outra. Elas suportam tudo já pensando que elas tem que passar por isso da melhor forma possível, para ficar bem o suficiente para dar apoio para a outra.
  O livro é uma ficção baseada na realidade (como eu já disse), que trata de problemas que sabemos que existem mais muitas vezes tudo o que fazemos é ignorar. Tráfico de seres humanos e de drogas, prostituição, fora os desastres de causa natural, como o tsunami que começou toda a estória. Por retratar todos esses problemas, o livro te faz parar pra pensar.
  Tem um trecho do livro que achei muito interessante, onde Klein que é um homem de grande poder que comprou Sita (a irmã mais nova) pergunta para ela se ela sabe porque está ali, ele responde a própria pergunta dizendo:
   “Você não está aqui porque sinto prazer no comércio sexual. Você está aqui porque existem homens que gostam de pagar por sexo. Eu sou apenas o intermediário. Alguns homens de negócio vendem objetos. Outros vendem conhecimento. Eu vendo fantasias. É tudo a mesma coisa.” Página 394.
  Em um determinado aspecto esse personagem está certo, pois se a prostituição existe e é um problema que se apresenta cada vez maior, é porque existem pessoas que faz uso do que ela oferece e enquanto existirem clientes o produto não some tão facilmente do mercado. Por outro lado no final de sua fala ele fala que é tudo a mesma coisa, comparando os seres humanos que são submetidos a isso com outros produtos quaisquer para consumo. Aí é a parte que eu pensei e ainda penso, a que ponto o ser humano chegou hein? Ser capaz de vender outro ser humano. E é realmente deplorável pensar que o ser humano chegou a esse ponto.
  É um livro que como eu já disse nos faz refletir, além disso ele nos apresenta uma riqueza cultural, pois grande parte da estória se passa na Índia, com isso muitos detalhes do país e da própria cultura são expostos. 

  Deixo aqui o book trailer pra vocês conferirem um pouquinho. O vídeo pode ter um quê de propaganda, mas esse não é meu objetivo ok?! O vídeo é ótimo. Confiram!


  Beijos, pessoas.

segunda-feira, agosto 6

Meros escravos?

      Quantas vezes você não olhou para suas roupas e reclamou delas? Ou se questionou: Onde estão elas? Parece que as vezes as roupas estão simplesmente desaparecendo e sendo insuficientes... Ou será que somos nós, que estamos cada vez mais exigentes e acomodados demais perante a pressão do padrão e status social?
  As vezes realmente parece que as roupas estão desaparecendo. Não só as roupas mas sapatos, bolsas, maquiagem, livros, comida, xampu... Dinheiro! Falta dinheiro $.$. Com dinheiro podemos conseguir tudo, #opaa, quase tudo! Agora me lembrei daquela famosa e tão usada frase “ Dinheiro não traz felicidade”, mas agora me lembrei também de um papo cabeça que tive com um amigo meu, no qual ele disse “Dinheiro não traz felicidade, mas traz bem estar”. Tive que concordar com ele, apesar do dinheiro não trazer a felicidade pura, linda e plena, ele lhe proporciona boas condições de vida e isso,... bem isso é um tipo de felicidade. Tipo de felicidade. Felicidade. O que seria realmente a felicidade? Acho que a concepção de felicidade parte de um princípio sofista, onde o verdadeiro significado desse termo depende de pontos de vista. Talvez você tenha uma concepção de felicidade que seja diferente da minha, que é diferente da do Ciclano, do Fulano e do Beltrano. Então, o que é a felicidade pra você? Para a nossa sociedade, eu diria, em uma perspectiva ampla, que seria o money, o verdinho, a bufunfa ou como quiser chamar o principal meio de troca da nossa sociedade: o dinheiro, tchrãããn! 

  Desigualdade social é apenas uma das grandes consequências que o dinheiro traz, ou que a falta dele traz! Uns tem pouco, outros demais, e uns não tem absolutamente nada. Enquanto alguém reclama pela quantidade de roupa no armário outros só queriam ter a oportunidade de vestir algo. O fato de você parar de reclamar não vai mudar a realidade dessas pessoas ou a sua própria realidade. Mas vamos reconhecer né galera? Reconhecer que muitas vezes reclamamos de motivos tão fúteis perto dos problemas que várias pessoas enfrentam.
  A verdade é que nos tornamos escravos do dinheiro. Escravos das marcas, roupas e todas as badulaqueiras que você tenha adquirido pela sua vidinha a fora. E como você adquiriu tudo o que você possui materialmente? Com o dinheiro, é claro. Se não foi com o seu próprio dinheiro, foi com algum outro dinheiro. Tudo gira em torno dele percebeu? E é muito difícil senão impossível se livrar dessa escravidão, na qual nós atuamos como meros escravos. Mas pra quê se livrar de uma escravidão que te proporciona coisas legais? Afinal de contas o dinheiro compra e lhe proporciona várias coisas. Então sejamos escravos? Não. Sejamos conscientes, conscientes ao ponto de não sermos tão influenciados por ele, o dinheiro. 

  Só quis provocar uma reflexão.  Espero que tenham gostado! 
  Bjs pessoas!

sexta-feira, agosto 3

Filme: O espetacular homem-aranha

                               
                                                        Ficha Técnica
Título original: The Amazing Spider-Man
Este filme estreou em: 06 de Julho de 2012
Diretor: Marc Webb
Elenco: Andrew Garfield, Emma Stone, Rhys Ifans, Martin Sheen, Sally Field, C. Thomas Howell, Embeth Davidtz, Chris Zylka, Denis Leary, Campbell Scott, Irrfan Khan, Kelsey Chow, Stan Lee
Produção: Avi Arad, Matthew Tolmach, Laura Ziskin
Roteiro: Alvin Sargent, James Vanderbilt, Steve Kloves
Fotografia: John Schwartzman
Trilha Sonora: James Horner
Duração: 137 min.
Ano: 2012
País: EUA
Gênero: Ação
Cor: Colorido
Distribuidora: Sony Pictures
Estúdio: Columbia Pictures / Marvel Enterprises / Marvel Studios / Laura Ziskin Productions
Classificação: 10 anos

  Hello! Como vocês sabem o filme 'O espetacular homem-aranha' estreou no mês passado, e euzinha que sou super fã fui assistir em meu primeiro dia de férias (afinal de contas não fui na estreia)! Não me contentei em assistir apenas uma vez e assisti novamente! #Sim, eu assisti o mesmo filme duas vezes (é homem-aranha gente!). Na primeira vez o cinema estava bem agitado e me impediu de filtrar detalhes do filme, da última vez estava mais tranquilo, quase parado (tirando um retardado que ficava gritando e uma menina que ficava rindo escandalosamente, ambos na minha fileira! Puff #mereço?!) e tirando esses pequeninos incômodos, o fato de ter menos pessoas deixou o cinema mais calmo e isso ajudou a prestar mais atenção no filme.
  Não esperava tanto desse filme. Estava controlando minhas expectativas para não ficar muito frustrada, mas não fiquei tão decepcionada quanto pensei que fosse ficar. Na real? Eu gostei do filme. Porém, entretanto, contudo, todavia... Tenho trocentas críticas entaladas na garganta! Gostaria de dizer que sou uma chata quando o assunto é filme, sou o poço da crítica e críticas como bem sabemos nem sempre são ruins, podem ser boas também. Mas enfim, é só pra avisar mesmo.
  Vamos lá. Críticas:
1º Não gostei da cena de 'despedida' entre o Peter e os pais (logo no começo do filme). Quando assisti pela primeira vez achei o choro da Mary Paker (mãe do Peter) um tanto fingido, na segunda vez percebi que faltava algo nessa cena! Faltou EMOÇÃO! E falo não só do choro da mãe de Peter (que poderia ter sido melhor), como da reação de todos na cena. A coitada da mãe dele até se esforçou em forçar umas lágrimas, mas e os outros? Poxa, os pais estavam indo embora e o Peter nem pra dar uma bira? Ou armar o berreiro? Tá certo, ele era muito pequeno... Mas justamente por isso! Uma criança quando é afastada dos pais sofre. Não digo que ele não tenha sofrido. O afastamento dos pais pode ter lhe provocado sérios problemas e sofrimentos durante a infância. Mas acho que no exato momento da despedida dos pais, o sofrimento poderia ter sido explícito, nada muito dramático também. Acontece que a cena já se passa rapidamente e ainda tiraram a emoção do momento, como assim né?! Todos na cena poderiam ter chorado e armado um barraquinho de leve! (nem tanto, haha'). Devo confessar que a cena é permeada pela tensão, mas faltou emoção, muita emoção.
2º Tia May. Essa tia May é uma tentativa frustrada de ser fofinha. Ela está se esforçando (percebo isso coitada!) mas acho que nunca chegará aos pés da outra tia May, que era a fofura em pessoa _ prazer!                      
                                                                                   
3º Gostei desse tio Ben, mas ele não falou uma das frases mais lindas já ditas por esse personagem no primeiro filme da trilogia passada. "Com grandes poderes, vem grandes responsabilidades" Ahhhhhhh, porque, ele não falou ela? Mas sua sensatez transcende essa frase em um discurso que ele faz ao Peter, aliás a sua caixa postal. O discurso é deixado para ouvirmos no final, acompanhado de uma daquelas típicas trilhas sonoras de dever cumprido. Não lembro de toda sua fala, apenas de uns fragmentos, onde ele fala que Peter merece coisas grandes e que ele é o seu herói *-*. Lembro-me que a fala do tio Ben foi bem colocada na trilogia passada também. Suas falas remetem grande sabedoria e se mostram muito importantes na construção do próprio homem-aranha e da lição do filme.
4º Picado por uma aranha?! Não. Ele foi picado por uma aranha robô e não uma naturalmente natural da espécie aracnídea! #Como assim?!
5º Teias. A picada da aranha robô não lhe concedeu teias naturais que saíssem dos punhos. Então Peter desenvolve suas próprias teias com a ajuda de um dispositivo.  Entendo que esse fator apresentou uma maior fidelidade aos quadrinhos, mas mesmo assim! Homem-aranha sem teias naturais? WHAT?!   
6º Uniforme do herói. Apesar de utilizar as mesmas cores e manter quase o mesmo modelo de roupa que foi utilizado na trilogia passada, eu detectei algumas diferenças (só eu percebi?) e prefiro a versão anterior. Entretanto confesso que as costas dessa nova roupa está mais bonita.        

                                                                             



7º Verde. Duende verde. Lagarto verde. Doutores. Vilões. Essas são algumas semelhanças que podemos perceber com esse filme e com o primeiro da trilogia passada (desculpa gente, as comparações são inevitáveis!). O segundo filme da trilogia anterior também apresenta um doutor como vilão, o Dr. Otto Octavus. Ah, esses doutores...
  Sempre tive uma antipatia com o duende verde, nunca gostei dele como vilão (ôh cara chato!), mas não tenho nada contra o lagarto verde (até agora). Achei interessante o fato do Dr. Curt se manter racional quando assume e está em sua forma de réptil. Eu digo racional no sentido de que ele sabe o que quer, o que tem que fazer e onde tudo está. Curioso e um tanto admirável foi ele ter salvo Peter quando ele estava prestes a cair do edifício Osborn, ele poderia muito bem ter deixado ele cair e se virar, mas não o fez. Vale ressaltar que ele já estava se transformando em sua forma humana. Mas não deixa de ser curioso, muito curioso! 

8º Sem Mary Jane! (uhuuuuuuul). Nunca gostei da Mary Jane. Nada contra sabe... Acontece que ela é excessivamente dramática, faz tempestade em copo d' água e vive jogando as coisas na cara do Peter. Mas apesar de tudo, gostaria, que ela voltasse para a trilogia. (Tá pensando que eu sou doida né?! Calma!) É apenas por uma questão de lógica. Pensa comigo. Estão começando uma nova trilogia, mas já teve uma trilogia! Eles não podem simplesmente apagar nossas memórias ou inventar outros personagens. Compreendo que a estória voltou ao começo, que a Gwen é primeira paixãozinha do Peter (eu disse a primeira, não a última ou a única). Então seguindo por uma ordem lógica, Mary Jane tem que voltar. Afinal de contas, ela foi a única paixão revelada na trilogia passada, então podemos deduzir que ela é importante. Agora... Importante o suficiente para voltar para a estória? Veremos né?!
9º Gwen Stacy. Gostei dessa garota! (Eu aprovo Peter!). Ela é bonita, inteligente, não faz tanto drama (ouviu Mary Jane?!) e ainda saca rápido as coisas. Ela sacou por exemplo que Peter não se afastou porque queria, e sim por conta de uma promessa feita ao seu pai. Além disso, ela se arrisca para ajudar Peter! Uma vez se encontra cara a cara com o lagarto. A cara que ela faz antes de se deparar com o lagarto, é hilária! Me lembra aquelas caras de barbies em perigo! Sério, é igualzinha. Mas enfim.
  Estava muito insegura quanto a atuação da Emma Stone, pois nunca tinha visto uma atuação sua. Ao meu ver ela se mostrou uma ótima atriz.
  *E o primeiro beijo de Gwen e Peter é lindo!*
10º Resgate do Jack. Para mim o resgate do Jack foi o ápice do filme! É nesse momento em que o homem-aranha se assume como tal (de fato),cumprindo o objetivo de ajudar as pessoas. Jack é um garotinho que se encontra preso no carro que está pendurado na ponte. O homem-aranha tenta resgatá-lo, mas para fazer isso precisa conquistar a confiança do garoto então se apresenta como um homem normal, sem a máscara. Joga a máscara para o Jack e no momento em que o carro começa a pegar fogo, (por conta da gasolina que vazou) Peter pede para ele colocar a máscara pois ela lhe daria forças, e é isso que ele faz. O carro cai bem a seguir, e Peter lança uma teia puxando o garoto. O pai do garoto se vira para o homem-aranha, perguntando quem era ele, e pela primeira vez ele se apresenta como o Homem-aranha! Foi linda toda a cena! *---*
11º As mina piram!
Quase no fim do filme Flash (um daqueles garotos machões e populares) aparece usando a camiseta do homem-aranha, Peter faz uma referência a camiseta e Flex elogia o homem-aranha, aponta para a camiseta e diz 'as mina piram'! Tá, então o facebook invadiu os diálogos do filme?! Ok.
12º Finalmente, Peter! Então... Eu já disse que fazer comparações é inevitável né?! Pois é. Percebi uma grande diferença de personalidade entre este e o outro Peter. O Peter de agora não trabalha, é skatista, e digamos um pouco mais descolado, e ás vezes consegue fazer uma cara super lerda. O Peter de antigamente trabalhava, era muito retraído, considerado o nerd, e eu nunca imaginaria ele de skate. As coisas mudam e o Peter mudou. Se mudou para melhor? Eu confesso que ainda não sei. Mas sinto falta daquele Peter mega tímido! 
  Quanto aos atores... Desculpa Andrew, mas prefiro o Tobey!
  Andrew Garfield é um bom ator. Só isso que posso afirmar, que ele seja bom. Não tenho conhecimento sobre sua forma de atuar, então não tenho bases para julgá-lo de forma mais espontânea e ampla. E ele consegue fazer umas caras incrivelmente dãrs! Kk' Estranhei ele no papel de homem-aranha, acho que me acostumei com o Tobey! Ah, o Tobey... Tobey Maguire é um excelente ator, e provou isso no grande papel de homem-aranha durante toda a trilogia passada. Adoraria que ele voltasse. Mas enfim. Infelizmente não mais Tobey! =/
  O filme apresenta boas doses de humor, um bom humor por sinal, não daqueles forçados. E traz uma maior apresentação da estória de um herói que já conhecemos. A cena final foi legal. Senti falta de trilhas sonoras que não fossem as tão mesmas esperadas de sempre. De modo geral conta com bons atores e com ótimos e maravilhosos efeitos especiais! Nem quero imaginar o trabalhão que deu para fazer as gravações. Mas enfim. De nota 10 eu dou 8, por todos os motivos que eu citei acima... É um bom filme, eu gostei e recomendo!
Bjs, pessoas!

quarta-feira, agosto 1

Fim das férias

  Oi! Hoje é primeiro de agosto e provavelmente a maioria de vocês devem estar de volta à rotina. Férias acabaram! #Todoschora.
  Essas férias foram tãããão rápidas! Nem a vi chegar direito e já se vai... Apesar de rápidas, foram boas. Pude descansar, e não toquei em um só material escolar (poxa, são férias!). Além de descansar adiantei minhas séries, nas quais eu estava toda enrolada e ainda estou, haha.
  Uma experiência das férias é trocar o dia pela noite. Sempre faço isso! Vou dormir quando meu pai está se levantando para o trabalho e acordo quando o sol está bem alto no céu. Enfim. 

  E o blog, gostaria de ter me dedicado mais, mas a preguiça me pegou de jeito. Não irei deixar de postar ok?! Já estou empenhada para alguns textos que serão postados brevemente. Tenho ainda esse resto de semana de férias, minhas aulas voltam na segunda \o/ (mais tempo para curtir o finalzinho das férias). 
Falando nisso... # Fui! 

Ótimo retorno para sua rotina!
Bjs pessoas.

segunda-feira, julho 23

RESENHA: O Morro dos Ventos Uivantes

                                  Atenção: Essa resenha possui spoillers.


  Terminei de ler (finalmente) O Morro dos Ventos Uivantes. (Aeeeeê \o/). Demorei tanto a ler ele devido as muitas ocupações escolares (eram muitaaaaas, acreditem). Mas enfim. Tive a impressão de que sempre enrolei com esse livro. A verdade é que há uns dois anos atrás tive a oportunidade de ler esse clássico. Se eu li? Nops -hihi. Acontece, que o exemplar que eu havia pegado emprestado estava meio velhinho, e a capa era bonitinha (eu disse bonitinha, não bonita). Sim, eu julguei este livro pela capa (que vergonha Ruama!). Que vergonha mesmo, nunca façam isso. Depois de ficar com ele por volta de uns meseszinhos devolvi sem ter lido (isso não se faz!). Depois de um tempo eu vi o filme e me apaixonei. Pensa numa pessoa que ficou arrependida por não ter lido, pensou? Essa pessoa era eu. Tá, aí eu fui ler crepúsculo (ler por ler, não que eu goste da saga), e descubro que até a Bella já havia lido essa estória. OMG, quanto arrependimento! Mas finalmente tive o imenso prazer de desfrutar dessa leitura (aeeeeê)!
   O exemplar que peguei dessa vez é o mais recente que foi lançado, e estava novinho em folha. Porém, apresenta um lembrete veemente logo na capa. “O livro favorito de Bella e Edward da série crepúsculo”. Francamente? Esse aviso foi desnecessário, mas aposto que muita gente leu por conta dele. É lamentável. Pois um clássico lindo como esse não precisava dessa apelação. Falando em apelação, acho que estou apelando e vou parar por aqui. #Parei!
   Devo confessar que o filme faz uma exploração mais autêntica sobre os sentimentos dos personagens que o próprio livro, talvez seja porque ver é bem diferente de ler. Mas não estou afirmando que o filme seja melhor que o livro ok?! Mas o filme é realmente muito bom e traz ótimos atores. Ele mostra a vivacidade de cada emoção que motiva a execução das mínimas ações apresentadas. Essa estória teve várias adaptações cinematográficas, portanto há várias versões de filmes. O filme que eu assisti é de 2009 e conta com Tom Hardy (ótimo ator) no papel de Heathcliff, Charlotte Riley no de Catherine e Andrew Licoln (excelente ator e nosso lindo Rick em 'The Walking Dead' *-*) que no filme atua como Edgar Linton. (Você pode ter uma visão geral do filme aqui
, não gostei muito da trilha sonora colocada, pois ficou muito dramático. Mas enfim...)

  É revelado através deste clássico a trajetória de um amor que nunca pôde ser vivido, por culpa dos próprios personagens (na minha humilde opinião). E por nunca ter sido experimentado deixa marcas e permite que os piores dos sentimentos sejam acumulados. Se existe um vilão nessa estória, na minha opinião esse vilão seria o destino, tendo como cúmplice a morte. (O destino é geralmente concebido como uma sucessão inevitável de acontecimentos que conduz a vida de acordo com uma ordem natural, da qual nada que existe pode escapar*. Mãããããs euzinha acredito que as situações que permeiam a nossa vida não estão determinadas. Quem faz sua vida é você, e o que acontece nela diz respeito à sua própria conduta). Acredito que o destino seja um vilão nessa estória devido as situações que envolveram esses jovens, por culpa deles mesmos. A morte se apresenta bem presente durante as narrativas e aparece sempre acompanhada. Se ela viesse sozinha seria fácil demais e um tanto sem graça sua aparição. Ela aparece e traz consigo muitos sentimentos, sentimentos esses que ela não leva embora, ao contrário, deixa-os para trás e ao longo do tempo permite que eles transformem e sejam transformados.

  Muitos julgam e diriam que seria Heathcliff o grande vilão da vez, mas na minha opinião esse personagem só foi vítima dos piores sentimentos alimentados pelo seu próprio coração,em vista das condições as quais fora submetido. Confesso que esse personagem não é digno de fãs e paparicos, eu, no entanto consigo entendê-lo. Entendê-lo talvez nem tanto, mas não consegui julgá-lo nem ao menos criar nenhum sentimento ruim por ele. Ele é um homem brutal, que muitas vezes parece não possuir coração, em uma cena chega a estrangular o cachorrinho de sua mulher com as próprias mãos. A sede de vingança torna ele cego, e ao final reconhece que obteve aquilo que almejava mas não via mais sentidos na vida depois que tudo se concretizara, mas apesar de tudo diz não estar arrependido de nada. A morte de Catherine tem um efeito avassalador sobre ele. Ele chegou a abrir o túmulo da amada buscando sua companhia, e pediu várias vezes que ela voltasse e lhe atormentasse. No filme uma cena que me corta o coração é quando ele se encontra no leito de morte e fantasia Catherine vindo buscá-lo, mas Catherine se apresenta de forma fantasmagórica, seu braço quebra a janela ao encontro de Heathcliff, que se encontra emocionado e rendido a tal visão. (Essa cena você pode conferir no início desse vídeo e no final dele é mostrado a cena em que ele abre o túmulo de Catherine).
   Não vou me aprofundar muito na descrição dos outros personagens, mas achei digno expor e 'defender' Heathcliff. 
  Catherine se mostra muito egoísta e não raro mostra seu gênio difícil, mas possui uma beleza exuberante. Segundo a descrição de Nelly na hora da morte, sua beleza lhe traz uma aparência angelical que inspira e emana paz. Ela amava Heathcliff, porém se casa com outro, como ela mesma nos revela “… Seria degradante para mim casar agora com Heathcliff; por isso, ele nunca saberá como eu o amo; e não é por ele ser bonito, Nelly, mas por ser mais parecido comigo do que eu própria. Seja qual for a matéria de que nossas almas são feitas, a minha e a dele são iguais…” Então ela se casa com Edgar Linton, que a ama e lhe proporciona bons momentos. Com ele, ela tem uma filha, que recebe o mesmo nome em sua homenagem. Cathy, como é chamada pelo pai, se mostra dona de uma beleza encantadora, que lhe confere um ar altivo. Se mostra uma menina autêntica e as vezes mostra-se arrogante, como era a mãe.
  Cathy se casa com seu primo Hareton. Que foi criado por Heathcliff e por ele demostra grande afeição, apesar dos maus tratos e da educação austera que dele recebia. Hareton possui uma ótima essência, porém em vistas do modo como foi criado demostra ser repugnante. Depois da morte de Heathcliff, Cathy lhe conquista aos poucos o coração, libertando a beleza de um bom rapaz. Hareton e Cathy se casam e vão morar na Granja dos Tordos (lar onde Cathy foi criada), na companhia de Nelly, governanta que cuidou de Hareton quando este era apenas um bebê e acompanhou toda a infância de Cathy.
  Na minha opinião final mas lindo não poderia haver! Foi um final envolto pela inocência de um novo amor. Um amor que foi descoberto e conquistado aos poucos. Um amor que foi libertado e que acima de tudo pôde ser experimentado.
  Vale a pena ler!

*Fonte sobre a definição de destino. 
 PS: Essa foi a primeira resenha que faço de um livro! \o/  
As fotos dos personagens são do filme que eu citei nesse post.
E desculpe pessoas que gostam da saga crepúsculo, não tive a intenção de ofender nem a obra nem a ninguém, apenas quis expor minha opinião.
  Bjs pessoas.